Eficiência Logística: Como a localização interfere nos resultados?

July 11, 2023

Alcançar a eficiência logística é um dos principais desafios no setor industrial. Ao todo, são diversos fatores que podem influenciá-la, como a localização da sua empresa, que muitas vezes é esquecida pelos gerentes industriais.


Em um breve resumo, eficiência logística é definida quando uma empresa possui capacidade de otimizar o fluxo de bens, informações e serviços ao longo de sua cadeia de suprimentos. Ou seja, refere-se à capacidade de uma empresa ou organização otimizar os seus processos logísticos, como armazenamento, estoque e transporte de mercadorias.


Os principais objetivos da eficiência logística


A eficiência logística envolve todos os setores da empresa, partindo das chegadas de matérias-primas até a entrega do produto para o cliente final. Portanto, é possível afirmar que ela possui diversos objetivos a serem alcançados, com destaque para o aumento da produtividade e a redução de custos. 


No entanto, existem outros objetivos que devem ser atingidos, como:


  • Otimização do tempo de resposta aos clientes;
  • Eliminação de desperdícios ao longo da cadeia produtiva;
  • Aumento da vantagem competitiva;
  • Adoção das melhores práticas de gestão de inventário;
  • Uso dos recursos disponíveis de forma eficiente;
  • Integração de todos os setores logísticos da empresa;
  • Facilidade na logística de distribuição;
  • Melhoria contínua.


Atingir a eficiência logística também permite que toda a empresa alinhe suas estratégias e consiga implementar melhorias constantes. Vale ressaltar também que devem ser feitas análises de resultados e de mercado e implementadores indicadores de desempenho para que ela seja realizada.


Como a localização interfere na eficiência logística?


A localização é um dos pontos que muitas vezes acaba sendo esquecido pelos gestores e diretores que pensam em alcançar a eficiência logística. Isto porque muitos investem apenas em tecnologias e nos pontos internos de armazenagem e estoque e ignoram os fatores externos.


Por isso, escolher bem o local da sua empresa facilita parcerias e pode ainda garantir um melhor desempenho operacional, além da satisfação com o cliente. 


Abaixo, veja os benefícios da localização para alcançar a eficiência logística.


Proximidade dos fornecedores

Uma empresa próxima dos seus fornecedores pode reduzir o tempo de entrega e gastos relacionados ao transporte, além de facilitar a comunicação e o gerenciamento da cadeia de suprimentos. Outro motivo é reduzir a dependência de estoques, considerado este um dos maiores gastos logísticos. 


Maior planejamento de rotas e modelos de transporte

A depender da localização, as empresas podem ter mais de um modelo de transporte de mercadorias, o que facilita o planejamento de rotas e garante uma entrega mais rápida e com mais qualidade. Entre os principais modelos de transporte estão o rodoviário, o ferroviário e o aéreo.


Quer saber como reduzir os custos logísticos da sua empresa? Baixe o nosso infográfico “Como reduzir os custos logísticos na indústria?” clicando no botão abaixo.


Proximidade com os clientes

Quanto mais próximo do mercado consumidor, menores serão os tempos de entregas. Além disso, essa proximidade também pode proporcionar um melhor serviço ao cliente, aumentando a competitividade.


Considerações regulatórias e tributárias

A localização de uma empresa também pode ser influenciada por considerações regulatórias e tributárias. As leis e regulamentações locais podem variar de uma região para outra, assim como os incentivos fiscais e a mão de obra. Por isso, escolher a localização certa pode ajudar a minimizar os custos operacionais e atender aos requisitos legais, resultando em maior eficiência logística.


Traga sua empresa para Sete Lagoas e garanta maior eficiência logística


Sinônimo de crescimento e sustentabilidade, Sete Lagoas-MG é um dos principais polos industriais do Brasil e oferece diversas vantagens para que sua empresa possa alcançar a eficiência logística.


Pertencente a uma região próxima de diversos centros comerciais e de um estado com acesso a 50% do mercado consumidor brasileiro, a cidade tem investido alto para otimizar a logística das empresas. Toda a sua região conta com 15 municípios conectados, possuindo 4 alças de conexão para a região de BH, estando próxima ao rodoanel da RMBH e a 47 km do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Aeroporto de Confins).


Em breve o acesso ao aeroporto também será facilitado devido a adição de novas faixas Rodovia MG-424, que foi concedida ao Consórcio Previcon pelos próximos 30 anos. Além disso, além do já presente terminal de escoamento de cargas as margens dessa mesma rodovia, Sete Lagoas também ganhará novas ferrovias: 


  • Uma nova ferrovia ligará a cidade de Brasília até Barra de São Francisco no Espírito Santo, passando pelo estado de Minas Gerais;
  • A Macro Desenvolvimento tem a pretensão de fazer a nova ferrovia de Presidente Kennedy-ES até Anápolis-GO, sendo que a sua primeira fase será até Sete Lagoas-MG.


Por fim, o estado de Minas Gerais apresenta um dos menores ICMS, na qual muitos segmentos não ultrapassam os 3%, o que reduz diversos custos. 


Conheça o Eco238!


Localizado na zona industrial norte da cidade de Sete Lagoas, o Eco238 é um empreendimento industrial com terrenos a partir de 20.000m² para a construção da sua empresa ou centro logístico


Disponibilizamos toda a infraestrutura necessária para que seja possível atingir a eficiência logística de suas operações. Um exemplo é a presença de um sistema viário dentro do pavimento, facilitando o acesso para o empreendimento logístico e as ações relacionadas ao transporte de mercadorias.


Para saber mais sobre o empreendimento e outras questões relacionadas à eficiência logística, converse com o nosso time de vendas clicando aqui!

Por Itrês Stretegic 21 de fevereiro de 2025
As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz. Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn. A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores. O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços. O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa. Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich. O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa. Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial. O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
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