Entenda o que é ESG e a sua importância para o momento

July 7, 2022

O que é ESG? Essa é uma pergunta que diversos gestores estão realizando e buscando entender para incorporar dentro das suas empresas e, assim, apresentar uma visão mais positiva diante da sociedade e do mercado investidor.


Trata-se de um sigla que se refere ao meio ambiente, social e governança, sendo um termo utilizado para definir sustentabilidade dentro das empresas. Em outras palavras, ESG é um conjunto de boas práticas das empresas que se preocupam com cada um dos três fatores citados.


Esse termo não é relativamente novo, mas vem ganhando cada vez mais destaque. O seu surgimento ocorreu em 2004 através de uma parceria entre a ONU e algumas instituições financeiras, na qual o secretário-geral da ONU na época, Kofi Annan, utilizou a frase Who Cares Wins (Ganha quem se importa) para que essas organizações integrem os três fatores no mercado de capitais.


Hoje, o mercado tem se preocupado muito com essa questão, principalmente após a pandemia. Os investidores já consideram novos critérios na hora de investir o seu capital e a sociedade tem optado por empresas que valorizam a sustentabilidade e praticam ações com esse foco.


Diante disso, elaboramos esse artigo para entendermos mais sobre o que é ESG e sua importância nos dias atuais. Confira!


Os três pilares do ESG

O ESG significa Environmental, Social and Governance, que, em tradução literal, significa Meio ambiente, Social e Governança. Esses três pilares, juntos, formam os ideais das empresas, o que permite avaliar se elas estão no caminho do desenvolvimento sustentável.


Abaixo nós separamos uma breve explicação sobre cada uma dessas áreas e exemplos de ações que podem ser feitas.


Ambiental (E)

O pilar ambiental se refere ao modo com que as empresas atuam em prol do meio ambiente e de sua conservação. Entre os principais exemplos de ações para esse fator podemos citar o uso de energia renovável, baixa necessidade de terraplanagem, economia circular, redução da emissão de carbono, aquecimento global, melhor uso da água e gestão de resíduos.


Vale destacar que esse é um dos mais cobrados pela sociedade, pois as empresas são as maiores responsáveis pela exploração de recursos naturais, o que necessita de uma grande mudança.


Social (S)

O pilar social faz referência à maneira com que as empresas se relacionam com os seus funcionários e toda a comunidade. Entre os principais exemplos podemos destacar projetos sociais, respeito às leis trabalhistas, saúde e segurança no ambiente de trabalho, diversidade da equipe, satisfação dos clientes e o posicionamento com causas sociais.


Governança (G)

Por fim, o pilar da governança corporativa mostra como as políticas governamentais são aplicadas dentro das empresas e como os gestores conseguem governar a corporação. Entre as principais ações destacamos a transparência no mercado, normas anticorrupção, remuneração justa aos executivos e programas de compliance.


Por que devemos debater o ESG?

Principalmente após a pandemia do Covid-19, tanto a sociedade quanto as empresas puderem entender que uma depende da outra para a sua sobrevivência e desenvolvimento e, por isso, segundo a pesquisa 2020-2021 Survey Report – Board governance during the Covid-19 crisis, da Global Network of Directors Institutes (GNDI), estratégias ESG estarão cada vez mais presentes.


As empresas, por exemplo, são responsáveis pela geração de empregos e por produzir soluções que podem ajudar a sociedade em seu dia a dia, não dependendo mais do governo. Por um outro lado, as corporações já entenderam que a sua sobrevivência depende da continuidade da espécie humana.


Com o passar dos anos, a continuidade da espécie humana parece estar em risco, principalmente com as mudanças climáticas, alto volume de extração de recursos naturais, bem como o aumento de desastres naturais que vem ocorrendo.



Por isso, a sustentabilidade nunca foi tão debatida como antes. Uma das ações mais cobradas tem sido a implantação da economia circular, na qual o material já usado volta a ser utilizado, se opondo ao tradicional modelo da economia linear, que produz, utiliza e descarta.


Infelizmente, o tema no Brasil não está avançado como em países da União Europeia, nos quais as empresas do bloco são penalizadas quando não trabalham o tema em seu dia a dia. Por aqui, as corporações ainda estão buscando entender como elas impactam na sociedade. 


O ESG como um dos principais compromissos do Eco238 

Como pudemos ver, o ESG é um conjunto de práticas que deve fazer parte das corporações, de modo que auxilie no desenvolvimento sustentável.


Nós, do Eco238, acreditamos em um futuro socialmente, economicamente e ecologicamente sustentável e, por isso, temos a preservação ambiental como um de nossos principais pilares com lotes industriais que não precisam de processos poluentes, como a terraplanagem, bem como demandam baixíssima necessidade de supressão vegetal.


Nossas ações internas são baseadas na metodologia ESG, trabalhando diariamente com questões que envolvem os seus três pilares. Além disso, destacamos que ao lado do nosso empreendimento se localiza um parque ecológico de preservação permanente com mais de 200.000m², reforçando ainda mais o nosso compromisso com o meio ambiente.


Para saber mais sobre nossa empresa e como trabalhamos a sustentabilidade em nossas ações, clique aqui e fale com um de nossos consultores. 

Por Itrês Stretegic 21 de fevereiro de 2025
As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz. Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn. A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores. O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços. O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa. Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich. O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa. Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial. O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
O que são bairros industriais
18 de julho de 2023
Entenda o que são bairros industriais e como eles podem auxiliar no desenvolvimento do seu negócio.
o que é um centro de distribuição
13 de julho de 2023
Entenda o que é um centro de distribuição e como esses locais impactam na redução dos custos logísticos.
Mais Posts
Share by: