Mão de obra especializada e a sua importância para a produtividade industrial

April 20, 2023

A mão de obra especializada nas indústrias tornou- se algo fundamental com relação aos índices de produtividade e assertividade nas mais diversas operações. No entanto, esse ainda aparenta ser um dos grandes desafios para o setor.


O motivo é que nem todas as empresas conseguem encontrar funcionários qualificados ou ainda apresentam dificuldades para qualificar esses colaboradores, situações que impactam diretamente no capital da empresa. Segundo estudo da ManpowerGroup, a falta de mão de obra qualificada no Brasil em 2022 foi de 81%, superando a média global de 75%.


Como forma de reverter esses números, algumas cidades, principalmente as que possuem vocação para o setor industrial, têm auxiliado as empresas, uma vez que elas também seriam beneficiadas. Ao investirem no setor industrial e na oferta de mão de obra especializada e local, elas aumentam as possibilidades de novos investimentos e de atração de novas indústrias, desenvolvendo a economia como um todo. 


Entenda no artigo mais sobre a mão de obra especializada e como sua empresa pode conseguir profissionais mais qualificados.


O que é mão de obra especializada e quais as suas vantagens?


A mão de obra especializada é o conhecimento e a capacidade que os colaboradores de uma determinada empresa têm para a realização de suas atividades. Ou seja, são profissionais preparados e com alto grau de experiência para exercerem os trabalhos, entregando-os com maior qualidade.


Esses profissionais, geralmente, passam por treinamentos constantes, seja dentro da empresa ou em escolas técnicas oferecidas pelos governos municipais e estaduais, algo que ocorre em Sete Lagoas-MG, por exemplo.


Portanto, a mão de obra especializada também pode ser considerada um fator locacional importante para as empresas, auxiliando diretamente em seu desenvolvimento e garantindo outros benefícios, como:


  • Economia de gastos, devido a diminuição de retrabalhos;
  • Aumento da produtividade, com os funcionários sabendo exatamente as suas tarefas;
  • Melhora do ambiente empresarial, com maior troca de informações entre os funcionários;
  • Qualidade nos produtos e serviços executados, com redução de atrasos e baixo índice de  satisfação dos clientes;
  • Vantagem competitiva no mercado, já que profissionais qualificados aumentam a produtividade.


Como conseguir mão de obra especializada?


Como vimos, o mercado hoje é escasso na hora de qualificar mão de obra e, por isso, as empresas podem investir em cursos internos ou realizar parcerias com instituições para garantir que os funcionários iniciem suas operações com um nível de qualificação razoável para a execução de suas tarefas. 


Outra maneira é contar com o apoio do setor público. Algumas cidades já auxiliam o setor privado nesse sentido e investem em escolas técnicas para garantir mão de obra especializada. Sete Lagoas é um dos maiores exemplos do país, pois, além da sua vocação para o setor industrial há mais de quatro décadas, também possui a educação como uma de suas prioridades. 


A cidade oferece, através da ETMSL (Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas), Senac e Senai, cursos profissionalizantes a partir das necessidades das empresas, sendo esse um diferencial para empresas que buscam se instalar em um novo local. 


Atualmente, a cidade conta com grandes empresas do mercado instaladas, como a IVECO e a Ambev, e em breve contará com as operações da Vimaster e da Medcom. Todas elas podem contar com as unidades educacionais da cidade, que conta com mais 250 mil habitantes - chegando a 500 mil com a microrregião - apresentando boa oferta de mão de obra local.


Traga sua indústria para Sete Lagoas


Além da mão de obra especializada e local, Sete Lagoas é a cidade que aprova projetos em menor tempo devido ao decreto de liberdade econômica e conta com uma logística cada vez mais otimizada, graças ao Rodoanel RMBH e a concessão da Rodovia MG-424. E para trazer a sua indústria para a cidade e garantir os seus benefícios, conte com o Eco238.


Somos um empreendimento industrial sustentável localizado na zona industrial norte de Sete Lagoas com mais de 300.000m² de terrenos disponíveis para o recebimento de sua indústria e um olhar para que o futuro seja mais sustentável, seguindo os pilares da sustentabilidade empresarial e do ESG.


Com infraestrutura completa, inclusive com a presença do gás natural através da Gasmig, que permite geração de energia e climatização de ambientes, disponibilizamos também sistema de água e esgoto através do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e de telefonia.


Vale ressaltar também que os terrenos possuem ótimas topografias, permitindo custos 6x menores em terraplanagem e outros processos poluentes. Além disso, também oferecemos o modelo de contratação BTS, para maior assertividade em seus projetos e prestamos assessoria completa para aprovação do seu projeto, bem como a disponibilização de um book de fornecedores para facilitar a implantação e a operação.


O presente é Eco  a sua indústria também pode ser. Entre em contato com um de nossos consultores e traga sua empresa para Sete Lagoas!

Por Itrês Stretegic 21 de fevereiro de 2025
As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz. Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn. A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores. O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços. O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa. Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich. O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa. Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial. O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
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