Economia de Sete Lagoas e o seu impacto para o desenvolvimento industrial

June 29, 2023

De acordo com informações divulgadas pela CNN Brasil, em parceria com a FJP (Fundação João Pinheiro), em 2022, Minas Gerais registrou mais de 9% na participação do PIB, o que equivale a cerca de R$ 924,7 bilhões. Desse número, 28% corresponde ao setor industrial. 


Sete Lagoas, localizada em Minas é considerada uma das principais regiões quando o assunto é a instalação industrial, sendo um dos maiores hubs logísticos do país. A cidade hoje apresenta mais de 2600 empresas de grande porte e um grande volume de empresas siderúrgicas e metalúrgicas, contribuindo para as exportações.


Para saber mais sobre a economia de Sete Lagoas, continue a leitura com a gente!


Como a economia de Sete Lagoas se comporta?


Investigar a economia de uma cidade antes de decidir investir nela é um ótimo indicador para guiar a sua empresa nas melhores decisões.


Em relação à economia de Sete Lagoas, é importante os gestores saberem que a cidade se destaca pela grande geração de empregos, consequentes do aumento da demanda de hubs industriais na região. De acordo com o Caravela Dados Estatísticos, quase 12 mil admissões formais foram feitas de janeiro a abril de 2023 - um saldo positivo de 1279 novos trabalhadores.


Uma forte tendência que está impulsionando a economia da cidade é a presença de e-commerces. Ainda segundo a Caravela Dados Estatísticos, houve o registro de 324 novas empresas em Sete Lagoas até maio deste ano. Dessas, 33 atuam pela internet.


A economia de Sete Lagoas é bastante atrativa para os e-commerces, pois há 15 municípios conectados estrategicamente com 4 alças de conexão à região metropolitana de Belo Horizonte. O transporte dos produtos e o frete é facilitado, já que a região conta com o rodoanel da RMBH, tendo aproximadamente 100 km de extensão.


Outro aspecto importante da economia de Sete Lagoas é o decreto de liberação econômica, uma ação do Governo do Estado que tem o objetivo de simplificar processos de custo e garantir o avanço econômico do estado.


Com isso, a região de Sete Lagoas conta com algumas vantagens que são fundamentais para o crescimento das empresas:


  • Menos burocratização;
  • Menor participação do Estado;
  • Atração de investimentos;
  • Geração de empresa e renda;
  • Maior confiabilidade dos empresários;
  • Aumento da segurança jurídica aos empresários;
  • Otimização das atividades do governo municipal.


Por ser também um polo industrial, o ICMS, um imposto estadual sobre mercadorias, de Minas Gerais é um dos mais baixos do Brasil. O setor de medicamentos, por exemplo, possui uma tabela que não ultrapassa os 3%; o de eletrodomésticos, chega a no máximo 7%.


Como um hub logístico em Sete Lagoas beneficia a minha empresa?


Os gastos logísticos são uma preocupação para as empresas brasileiras. Por isso, é importante buscar uma área que tenha vantagens estratégicas para melhor fretamento e transporte de materiais, o que também beneficia o cliente final.


A economia de Sete Lagoas já se mostrou como um atrativo, e para aqueles que desejam incluir seu polo logístico na cidade, pode contar com o Hub Logístico do Eco238!


O Eco238 é um loteamento industrial sustentável localizado ao norte de Sete Lagoas. São  360.000 m² de espaço livre para receber a operação da sua empresa, oferecendo a melhor infraestrutura e terrenos com ótima topografia.


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Por Itrês Stretegic 21 de fevereiro de 2025
As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz. Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn. A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores. O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços. O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa. Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich. O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa. Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial. O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
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