Contrato BTS: o que é e suas vantagens

August 26, 2022

Para a instalação de uma indústria em um determinado local, a mesma possui duas opções: a compra de um terreno e construir ou optar pelo contrato BTS, um modelo de contrato de locação no mercado imobiliário industrial.


Essa sigla vem de Built to Suit, que pode ser traduzido para “construído para servir”, um tipo de contrato de locação que regula como devem ser feitas as construções com o objetivo de atender aos desejos do locatário, ou seja, seguindo as características específicas de um negócio.


Tal modelo de contratação é um ótimo benefício para grandes indústrias, como as que precisam construir um galpão ou centro logístico, por exemplo. São contratos a longo prazo em que um incorporador realiza um investimento na construção conforme as exigências necessárias, garantindo atender ao que esta indústria precisa.


Por se tratar de algo relativamente novo no Brasil, desenvolvemos esse artigo para entendermos como, de fato, ele funciona e como o nosso empreendimento oferece as melhores condições para a construção de sua indústria.


Como funciona o contrato BTS?

O contrato BTS é um contrato de locação, mas que possui diferenças com relação aos tradicionais contratos com essa finalidade. Isso porque ele possui foco no longo prazo para um empreendimento que será construído.


Muito utilizado nos Estados Unidos, esse modelo de locação consta na Lei nº 12.744/12 desde 2012, que alterou a lei do inquilinato (Lei nº 8.245/1991) até então vigente, para dispor de uma nova forma de locação, conhecida como Built to Suit.


Em resumo, esse contrato tem como objetivo proteger aquele que irá usufruir do terreno ou do imóvel. O motivo é justamente os altos gastos para construir a nova indústria, já que o mercado não disponibiliza estruturas prontas e que atendam a demanda.


Por se tratar de grandes obras, os valores com os custos de construção das mesmas são diluídos nas prestações mensais. Além disso, assim como ocorre nos contratos mais tradicionais, em caso de rescisão por parte do locatário, será necessário realizar o pagamento de uma multa previamente acordada.


As vantagens do contrato BTS

Entre as principais vantagens do contrato BTS, a já citada construção de um imóvel personalizado ganha destaque, pois ocasiona aumento da produtividade que reflete diretamente nos resultados da empresa.

 No entanto, o contrato BTS também possui outras vantagens, como:


●       Contrato à longo prazo;

●       Diversificação de investimentos;

●       Maior investimento na empresa;

●       Flexibilidade e assertividade na escolha do local;

●       Pode ser renovado no caso de interesse dos envolvidos.


Quais são as condições oferecidas pelo Eco238?

O contrato BTS é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens para as empresas que irão instalar as suas indústrias em um determinado espaço.


O Eco238 é um empreendimento industrial localizado em Sete Lagoas - MG e disponibiliza condições para que esse modelo de contratação seja escolhido pela sua empresa com uma série de benefícios .


Com mais de 400.000m² de espaço e terrenos a partir de 20.000m², o Eco238 disponibiliza de uma infraestrutura completa e flexibilidade à sua escolha. Toda a construção da sua indústria poderá ser personalizada e planejada conforme a sua demanda, permitindo que a sua indústria caminhe em prol do desenvolvimento sustentável.


Além disso, todo o projeto será aprovado em até 60 dias, conforme o decreto de liberdade econômica de Sete Lagoas - MG, e estamos a 50 minutos da capital Belo Horizonte, facilitando ainda mais as suas operações logísticas e ao lado de um parque ecológico e de grandes empresas como a AMBEV e IVECO.


Para saber mais sobre nossos benefícios e condições disponibilizadas para fazer o seu empreendimento industrial crescer, entre em contato agora mesmo com os nossos consultores!

Por Itrês Stretegic 21 de fevereiro de 2025
As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz. Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn. A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores. O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços. O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa. Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich. O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa. Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial. O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
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