Projeto Industrial: O que avaliar antes de elaborar?

November 10, 2022

O projeto industrial é considerado o ponto de partida para a implantação de uma indústria. Trata-se de uma representação de como será a indústria e o seu layout.


Esse projeto leva em consideração diversos pontos, como a segurança industrial e a produtividade de toda a equipe. Entretanto, é comum vermos empresas esquecendo de realizar uma etapa importante antes de desenvolver o projeto: avaliar toda a localização e como ela pode ser fundamental para auxiliar no crescimento da empresa.


Desde a possibilidade de logística facilitada até a questão tributária, são vários os aspectos que devem ser analisados, de modo que a empresa possa se desenvolver de maneira sustentável. Nós, do Eco238, trabalhamos com o foco no crescimento da sua indústria e, por isso, elencamos os fatores que não podem ser esquecidos na hora de construir a sua planta industrial.


7 fatores a serem considerados antes de elaborar o projeto industrial


Localização e Logística

A localização da sua futura planta deve ser o primeiro ponto avaliado. É importante escolher um local que tenha facilidade de acesso tanto para a empresa quanto para o mercado-consumidor, bem como para os funcionários.


Com relação à logística, a empresa precisa se atentar e definir diversas estratégias que permitam uma redução nesses valores. De acordo com o estudo “Custos logísticos no Brasil”, publicado pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS), os custos logísticos representam até 7,6% de toda a receita líquida de uma empresa, o que reforça o quanto esses valores são altos.


No entanto, a depender do local da sua empresa, esses custos podem ser reduzidos. Isso porque uma região que possui diversos modelos de transporte de mercadorias, por exemplo, permite avaliar qual possui a menor rota e o menor valor.


Análise prévia da topografia e sustentabilidade

O terreno em que a indústria será construída possui ótima topografia e baixa necessidade de supressão vegetal? Além de ser uma ação nada sustentável e poluente, esse processo também pode apresentar um valor alto, dificultando a disponibilidade de recursos para outros investimentos.


No Eco238, todos os seus terrenos possuem ótima topografia, baixa necessidade de terraplanagem, apresentando um custo até 6x menor que em outras localidades e pouquíssima necessidade de supressão vegetal.


Infraestrutura

A infraestrutura também deve ser avaliada. Isso é, o local escolhido atende às necessidades e disponibiliza recursos básicos, como água, energia, telefonia e gás canalizado?


Muitos loteamentos industriais não disponibilizam todos esses pontos, principalmente o gás canalizado. Em Sete Lagoas-MG, o gás canalizado é disponibilizado pela Gasmig em excelente qualidade devido à sua infraestrutura na região, trazendo modernidade e sustentabilidade nas operações.


Tabelas de ICMS

A questão tributária é outro ponto importante na hora de decidir o local da sua indústria. Isso porque esses valores podem mudar de estado para estado, interferindo diretamente nos custos.


Minas Gerais possui uma das tabelas de ICMS mais baixas do país. Em diversos segmentos, as taxas de recolhimento não ultrapassam os 3%, o que faz o estado ser um dos melhores locais para a instalação de empresas.


Velocidade da aprovação

Em quanto tempo o seu projeto será aprovado? Assim como as tabelas de ICMS, a velocidade da aprovação também sofre alterações de estado para estado.


Em Sete Lagoas, devido ao decreto de liberdade econômica assinado, as empresas são abertas em até 2 dias e projetos industriais são aprovados em até 60 dias, prazos bem menores que em grandes polos industriais do país.


Possibilidade de crescimento e valorização da empresa

Quanto a região que a sua empresa será instalada auxilia no crescimento? Não basta apenas ter espaço para a construção da indústria, mas oferecer condições para que ela possa se desenvolver e apresentar um crescimento sustentável.


Além do ICMS reduzido em comparação a outros locais, o estado conta com o BDMG, um banco que oferece às indústrias crédito simplificado e condições especiais para redução de burocracia, e o Invest Minas, uma agência do Estado que tem o objetivo de desenvolver Minas Gerais por meio da atração de investimentos. 


Mão de obra especializada e local

Contar com uma mão de obra especializada e local garante não só redução de custos, mas também um maior índice de assertividade nas tarefas. Para facilitar esse ponto, Sete Lagoas-MG possui uma Escola Técnica Municipal que oferece cursos de capacitação a partir da demanda da empresa, sendo esse um dos principais atrativos da cidade.


Ou seja, a indústria que pretende trazer as suas operações para a cidade irá contar com maior qualidade em suas atividades, já que todos os profissionais estarão preparados para a execução dos seus trabalhos.


Traga sua indústria para Sete Lagoas!

O Eco238 é um empreendimento industrial com terrenos a partir de 20.000m² na cidade de Sete Lagoas-MG, sinônimo de ecossistema e crescimento, auxiliando diretamente no desenvolvimento industrial.


Considerado o primeiro empreendimento sustentável da cidade, o Eco238 conta com uma das melhores infraestruturas da região e está localizado ao lado de um parque ecológico com mais de 200.000m². Além disso, trata-se de um local que acredita no ESG, trabalhando com os seus conceitos no dia a dia.


O presente é eco e a sua indústria também pode ser. Para saber mais sobre o nosso empreendimento e como ele pode auxiliar a sua indústria a ser mais sustentável e a garantir os melhores resultados, entre em contato com um de nossos consultores clicando aqui.

Por Itrês Stretegic 21 de fevereiro de 2025
As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz. Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn. A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores. O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços. O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa. Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich. O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa. Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial. O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
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